A rasteira dos elogios / Lo sgambetto delle lodi



“Mãe, gostas?”
“Mãe, é bonito, não é?”
“Mãe achas que desenho bem?”

E as minhas respostas são:
“Tu gostas?”
“Estas a divertir-te a desenhar?”
“Não é magico ver com as cores se misturam quando acrescentas agua?”
 
As crianças procuram sempre aprovação, até se tornarem dependentes… procurando sentir, através dela, o amor dos cuidadores que tanto precisam…até se tornarem mesmo o que nos, os pais, inconscientemente desejamos, deixando assim para trás a essência deles, reprimindo emoções e atitudes próprias, quem verdadeiramente são.
É portanto importantíssimo que a atenção, a valorização caia sobre quem eles SÃO e não para o que eles fazem. É importante valorizar a experiencia, as emoções vividas e não apenas o resultado.
Se queremos que os nossos filhos se tornem adultos seguros deles próprios, confiantes, que não estejam dependentes de aprovação externa, que saibam nutrir os próprios talentos, que saibam reconhecer e seguir o que vem deles e não o que é imposição ou desejado pelos outros, é bom cultivar a autoestima, ajudando-os a acreditar neles próprios.
Alimentado e nutrindo o poder que vem de dentro.
Sem as nossas condições, opiniões ou julgamentos sobre o que é ou não “bonito”, e para que isso aconteça, é fundamental estar muito atentos e presentes no dia a dia.
 
Para quem quiser aprofundar esse tema, aconselho o livro de Alice Miller: “Drama Of Being A Child”
 
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“Mamma, ti piace?”
“Mamma, é bello, vero?”
“Mamma, secondo te sono brava?”

E le mie risposte sono:
“A te piace?”
“Ti stai divertendo a farlo?”
“É magico vero come i colori si mischiano quando aggiungi l’acqua?”

I bambini cercano sempre approvazione, fino ad esserne dipendenti…sentendo attraverso questa, l’amore dei genitori cui hanno tanto bisogno…fino a diventare proprio quello che noi inconsapeviolmente desideriamo, abbandonando la loro essenza, reprimendo emozioni o attitudini propri.
Quindi é importantissimo che l’attenzione vada su ció che SONO e non per ciò che fanno. É importante valorizzare l’esperienza, le emozioni vissute e non appena il risultato.
Se vogliamo che i nostri figli diventino adulti sicuri di se, che non siano dipendenti dall’approvazione esterna, che sappiano nutrire i propri talenti, che siano capaci di seguire ciò che emerge da loro e non ciò che é imposto da fuori, é bene coltivare l’autostima, aiutandoli credere in se stessi.
Alimentando, nutrendo il potere che viene da dentro.
Non condizionandoli su ciò che piace o no a noi, e per questo, é fondamentale essere attenti e presenti.
 
Per chi vuole approfondire questo aspetto importantissimo, consiglio il libro di Alice Miller “Il dramma del bambino dotato e la ricerca de vero sé”