Confiar na vida

Confiar na vida, no nosso instinto, na nossa intuição, livrar-nos dos condicionalismos (internos ou externos que sejam) pode ser altamente desafiante, pois as vezes parece que estamos a saltar para o vazio, parece que estamos a fazer algo que juramos a nós mesmos que nunca mais iríamos fazer, parece que estamos a quebrar as nossas mesmas regras.

Leva-nos pelo desconhecido.

Pede fé e coragem.

Pede deixar de ter o controle.

Pede deixar de ter expectativas.

Pede presença em nós mesmos, para saber que a resposta vem de nós mesmos, de dentro e não da mente ou das nossas feridas…

Parece simples…mas como um videogames (eu sei não é muito espiritual 😜) tem vários níveis de entendimento e desafio…

É um caminho que nos leva a uma confiança e empoderamento incriveis. Mas é preciso trabalho interno, é preciso coragem, é preciso saber que nem sempre vamos receber o que esperávamos.

É preciso saber acolher o que vem e continuar a confiar que é o mais certo para nós e não sempre se entende logo porque está a acontecer. Algumas vezes é altamente satisfatório, outras vezes é mesmo duro, triste, solitário, mas dentro de nós sabemos que fizemos o que a nossa alma pediu para fazer, com consciência e sentimo-nos fiéis a nós mesmos, à vida, sentimo-nos no caminho, no nosso caminho.

Os primeiros 7 anos de vida

A importância da brincadeira livre, da existência da magia, da fantasia nos primeiros sete anos anos de vida é fundamental para um desenvolvimento saudável do ser humano!! Não é preciso ter pressa para a racionalização, não é preciso explicar tudo cientificamente, ensinar a ler e escrever… muitos adultos definem a inteligência da criança baseando-se nas competências racionais, mas no primeiro setênio a criança precisa de aprender outras competências que vão marcar profundamente o adulto no qual se vai transformar!!!

Precisa de interiorizar que é amada, independentemente do comportamento dela.

Precisa de se sentir segura no mundo que habita.

Precisa de percepcionar que o mundo é belo

Precisa de entender as próprias necessidades e que essas sejam respeitadas pelos cuidadores (fome, ou falta dela, calor ou frio por exemplo)

Precisa de sentir a confiança dos cuidadores nas suas capacidades de autonomização (andar,saltar, trepar, correr…)

Precisa de percepcionar limites claros e amorosos

Precisa de poder expressar as próprias emoções sem ser castrada ou penalizada por isso Precisa de aprender como obter o que que quer

Precisa de ser respeitada nos seus limites corporais e de interação

Tudo isso não é integrado com explicações verbais e racionais.

Tudo isso é assimilado e integrado através de qual ambiente emocional o adulto proporciona, da exemplo que os cuidadores oferecem e da brincadeira livre, onde vai experiênciar e aprender a lidar com cada um desses aspetos!

Obviamente para que isso possa acontecer o adulto precisa de estar informado, de se conhecer, de ter consciência dos seus próprios medos, de como foi educado e de quais mensagens , padrões transporta e reproduz inconscientemente frente a como foi cuidado enquanto criança…

“Conhecer-te a ti próprio é o começo de toda a Sabedoria”

dizia o Aristóteles

Daí o meu sonho que passa a ser a minha paixão: acolher adultos e acompanha-los nesse processo de tomada de consciência sobre quão vivem, educam, se relacionam baseados nos condicionamentos que trazem da educação, da sociedade, de falsas crenças que limitam o emergir de todo o grande potencial que está em cada um de nós!!!

O Curso #SomosTodosFilhos é um exemplo concreto desse processo, as sessões individuais são outro, para ganhar consciência e poder ver os condicionamentos para o que eles são e não sendo parte do nosso ser!

A importância da brincadeira livre, da existência da magia, da fantasia nos primeiros sete anos anos de vida é fundamental para um desenvolvimento saudável do ser humano!! Não é preciso ter pressa para a racionalização, não é preciso explicar tudo cientificamente, ensinar a ler e escrever… muitos adultos definem a inteligência da criança baseando-se nas competências racionais, mas no primeiro setênio a criança precisa de aprender outras competências que vão marcar profundamente o adulto no qual se vai transformar!!!

Precisa de interiorizar que é amada, independentemente do comportamento dela.

Precisa de se sentir segura no mundo que habita.

Precisa de percepcionar que o mundo é belo

Precisa de entender as próprias necessidades e que essas sejam respeitadas pelos cuidadores (fome, ou falta dela, calor ou frio por exemplo)

Precisa de sentir a confiança dos cuidadores nas suas capacidades de autonomização (andar,saltar, trepar, correr…)

Precisa de percepcionar limites claros e amorosos

Precisa de poder expressar as próprias emoções sem ser castrada ou penalizada por isso Precisa de aprender como obter o que que quer

Precisa de ser respeitada nos seus limites corporais e de interação

Tudo isso não é integrado com explicações verbais e racionais.

Tudo isso é assimilado e integrado através de qual ambiente emocional o adulto proporciona, da exemplo que os cuidadores oferecem e da brincadeira livre, onde vai experiênciar e aprender a lidar com cada um desses aspetos!

Obviamente para que isso possa acontecer o adulto precisa de estar informado, de se conhecer, de ter consciência dos seus próprios medos, de como foi educado e de quais mensagens , padrões transporta e reproduz inconscientemente frente a como foi cuidado enquanto criança…

“Conhecer-te a ti próprio é o começo de toda a Sabedoria”

dizia o Aristóteles

Daí o meu sonho que passa a ser a minha paixão: acolher adultos e acompanha-los nesse processo de tomada de consciência sobre quão vivem, educam, se relacionam baseados nos condicionamentos que trazem da educação, da sociedade, de falsas crenças que limitam o emergir de todo o grande potencial que está em cada um de nós!!!

O Curso #SomosTodosFilhos é um exemplo concreto desse processo, as sessões individuais são outro, para ganhar consciência e poder ver os condicionamentos para o que eles são e não sendo parte do nosso ser!