“O Chapéu Carmesim”

3 Anos: Olha para si mesma e sente-se uma Rainha:

8 Anos: Olha para si e vê-se como a bela Adormecida:

15 Anos: Olha para si e vê-se gorda, borbulhenta e feia.

(«Mãe, não posso ir para a escola assim.»)

20 Anos: Olha para si e vê-se demasiado gorda ou demasiado magra, demasiado alta ou demasiado baixa, com o cabelo demasiado liso ou demasiado encaracolado, mas decide ir mesmo assim.

30 Anos: Olha para si e vê-se demasiado gorda ou demasiado magra, demasiado alta ou demasiado baixa, com o cabelo encaracolado, mas não tem tempo para fazer mais nada e por isso vai conforme está.

40 Anos: Olha para si e vê-se demasiado gorda ou demasiado magra, demasiado alta ou demasiado baixa, com o cabelo demasiado liso ou demasiado encaracolado, mas diz «Pelo menos estou limpa» e vai.

50 Anos: Olha para si, diz «Eu sou» e vai onde quer ir.

60 Anos: Olha para si e pensa nas pessoas que nem sequer conseguem olhar-se ao espelho.

Sai e conquista o mundo.

70 Anos: Olha para si e vê sabedoria, boa disposição e talento. Sai e diverte-se.

80 Anos: Nem sequer olha para si. Põe um chapéu carmesim e sai para se divertir no mundo.

Talvez devêssemos pôr o chapéu carmesim mais cedo na vida.

Mallika Chopra

O que acontece na nossa infância, não fica na nossa infância!

As sementes de quem somos hoje em dia, foram plantadas na nossa infância.

A maioria das pessoas não têm memórias cognitivas do primeiro setênio, que é na realidade a altura em que são construídas as fundações, os alicerces da nossa casa interna.

Não é preciso ter memória, pois está tudo gravado em nós, no nosso corpo, de forma inconsciente, e movemos-nos na vida com padrões automáticos que foram adquiridos como as melhores respostas que a nossa criança encontrou na altura por segurar a necessidade primária : a de ser ACEITE e AMADA.

Esses padrões são levados para as nossas relações, pela forma como educamos, pela forma como nos vemos quando olhamos para nos próprios…Às vezes são saudáveis, outras vezes nem por isso e impedem que possamos acreditar em nós, acreditar que merecemos ser aceites e amados para aquilo que realmente somos!

Para que isso aconteça, precisamos de ter consciência de quem somos na nossa essência, de voltar a abraçar a criança que há em nós, aceita-la e amá-la.

Daí a importância de conhecer as necessidades de cada fase do desenvolvimento da criança, para ganhar consciência de quais consequências possamos ter na idade adulta e poder libertarmos-nos desses condicionalismos!

Hoje é o dia da mulher…muito podia dizer sobre isso, mas gostava de vos convidar a reflexão: qual é a ideia que vocês têm de mulher? Qual é o papel da mulher? O que quer dizer ser mulher? E : de onde vêm essas crenças? São realmente tuas ou é apenas algo que “transpostas” em ti através de condicionalismos?

Abraço em profundo Amor todas as crianças que estão dentro e/ou fora de vocês 🙌❤️

Figos caramelizados // Fichi caramelizzati

Como prometido e pedido, aqui vai a super saudável e simples receita dos figos caramelizados!

Ingredientes:

  • 10 Figos maduros
  • 1 chávena de nozes descansadas
  • 1/2 chávena de geleia de arroz
  • canela para pulverizar 

Como fazer:

Cortar os figos ao meio (ou em 4 se forem grandes) e colocar num tabuleiro. Partir umas nozes e espalhar em cima dos figos. Verter em cima de tudo geleia de arroz e polvilhar com canela.

Colocar no forno pré-aquecido a 180’ durante 20/30 minutos

Bom proveito!!!

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Come promesso e richiesto, ecco la ricetta super salutare e molto facile dei fichi caramelizzati!

Ingredienti

  • 10 fichi maturi
  •  1 tazza di noci sgusciate 
  • 1/2 tazza di sciroppo di riso
  • Cannella per polverizzare

Come fare:

Tagliare i fichi a metà (o in 4 parti se sono molto grandi) e spargerli in una teglia. Spezzettare grossolanamente le noci e spargerle sui fichi, così come lo sciroppo di riso. Polverizzare la cannella. Mettere nel forno pre riscaldato a 180’ per circa 20/30 minuti.

Buon appetito!!!